quarta-feira, 18 de maio de 2016

O teu abraço salva sempre os malmequeres...


O teu abraço salva sempre os malmequeres; que notícias de outro fado ou outra sorte teriam eles para me contar?
Quando a nossa pele se entrelaça e os seus detalhes mergulham num só aroma; quando a racionalidade tropeça, repousa e adormece no leito de linho que a alma lhe fez; quando os sentidos soletram desejo a desejo, as emoções... nós agradecemos sempre a esse doce e intemporal abraço, a explícita festa de um querer isento de qualquer ciúme.
E não importa o que rezem os oráculos, a história, a experiência, tudo aquilo que a gente disser...
A verdade que mora neste abraço, beijo de corpo inteiro, dá sossego no campo a qualquer malmequer.

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