domingo, 3 de março de 2013

Padre António Simões


Nas ORIGENS, o nosso encontro na Quinta de Santo António, em Évora, no primeiro serão do Convívio Fraterno número 147, no qual participei. A sua aparente timidez frente-a-frente com os sonhos dos meus quase dezasseis anos.
As primeiras, poucas, palavras, os mútuos sorrisos, acompanhados do lado dele por um incontrolável rubor, e eu cedo a surpreender-me e a descobrir-lhe a bravura, qual “forcão” raiano nas “lides” do ser maior e melhor, porque bravos, verdadeiros heróis, são os fiéis indiscutíveis aos MANDAMENTOS da alma.
Com as palavras como inspiração, o olhar como cúmplice da sua verdade, e o ser e todos os gestos, como testemunhos, aprendi com ele respostas para muitas das minhas inquietações e provei esse doce gosto de trilhar os caminhos para a verdadeira FELICIDADE.
PECADO teria não ter tentado seguir o seu exemplo, “operacionalizando” a fé, nessa busca constante de CRISTO LIBERTADOR, o Cristo que é a verdadeira resposta para a vida.
Cristo, afinal de contas, o seu e o meu Caminho.
Com a magna inteligência dos humildes, conseguiu em tempos de real adversidade, congregar-nos nas cumplicidades de um CORPO MÍSTICO que bebe nos SACRAMENTOS a força para ser IGREJA, cumprindo com orgulho e alegria, a MISSÃO EVANGELIZADORA DO CRISTÃO, os apóstolos que amam segundo o exemplo de Cristo.
Com a sua verdade e o seu exemplo de abnegação, e sempre, sem olhar a outros objectivos que não o de sermos felizes.
E assim, unindo e potenciando os MEIOS INDIVIDUAIS DE PRESERVERANÇA, na maior e mais intensa cumplicidade com CRISTO SEDUTOR, fizemos tantos e tantas vezes, essa nobre aposta no assumir da herança de fé, de paz e de amor, e tornámo-nos mulheres e homens maiores.
Padre António Simões, o nosso pós-convívio mede-se a décadas mas a nossa admiração por si, pela imensidão, jamais terá medida.
Obrigado por ser essa pessoa fantástica e inspiradora, e por ter sido ao longo de todos estes anos: pastor, exemplo, amigo, cúmplice, companheiro, alento, pai…
E de ter possibilitado com tudo isso, que a nossa fé se fizesse maior.
Por si e consigo damos graças a Deus e à vida.

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