segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O amor é cego…



O amor é cego da mesma forma que é invisível ao humano olhar, porque aquilo que é da alma não cabe, por ser maior, em qualquer detalhe do universo que se espreite ou que se possa tocar.
O amor sente-se, é a própria vida e toda a fé que ela encerra, por entre o patético e incoerente tom do juízo de quem se diz do Céu e da alma mas se fixa “cegamente” na forma e na expressão corporal de um querer imenso que nos faz experimentar a eternidade.
Um beijo nunca será o retrato racional dos lábios que se tocam.   
O amor não tem género, não tem idade, não tem nome, não tem certo ou errado, não tem fórmula, prazo de validade, o amor não é previsível, pode ser azul, verde, encarnado, qualquer cor…
É coisa da alma e verdadeiramente cego, o amor.     

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