quinta-feira, 26 de junho de 2014

Tu, o teu amor e o quase nada que eu sou…

Há instantes que nos resgatam da mágoa, nos transportam para os sonhos e fazem surgir a melhor versão de nós mesmos por entre sorrisos francos e com raiz na alma.
Instantes que são fruto às vezes da aparência de tão pouco; que nunca nada é pouco quando nos torna assim felizes, e até o quase nada multiplicado com o amor resulta sempre no muito e no mais que perfeito.
E os bancos de jardim que amparam solidões tornam-se fontes de afecto e de pura paixão…
E as ruas, ao jeito da vida, ganham sempre um tom novo e doce quando o nosso olhar toca e beija o sorrir de quem carregamos na alma e nos pensamentos, mesmo que muito secretos.
Os mesmos caminhos e a mesma vida, polvilhados de amor e de açúcar como uma imensa e irresistível Bola de Berlim.
Esses instantes em que não travamos a vontade, chegam tantas vezes com a luz do fim da tarde, quando os nossos passos alinhados num paralelo desejo acompanham o ocaso por entre as palavras soltas e temperadas de uma indesmentível verdade.
Os passos… e as mãos que tantas vezes se procuram saciando-me a cada toque, mesmo que ao de leve, do mágico perfume da tua pele.
Gosto tanto de ti.
Muito obrigado por devolveres aos meus dias a bênção da melhor versão de mim.
Tu, o teu amor, e o quase nada que eu sou e que multiplicado por ti me faz perfeitos todos os caminhos.

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