Sim, é verdade que guardo em mim cada mais pequeno detalhe que me ofereces, todos na casa das coisas de sonhar.
Guardo-os para mim como segredos, que o divino posto em palavras ditas ou escritas, morre às mãos da mais mundana e humana condição.
Assim, aquilo que de ti transparece na denúncia do olhar e também às vezes de algum verso que escrevo, aquilo que para a gente parece muito mas que é tão pouco do tanto que guardo, são frutos doces das muito breves distracções da alma enquanto se entretém a brincar com a lua no espaço do infinito a que acedem os poetas...
Quando sonham.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
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