quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Na majestade sublime de um poente
No perpétuo cantar das ondas
No olhar doce que carrega palavras e me grita: amor
No verbo que me ampara
No paralelo caminhar, alento e rota por entre os dias
No conforto de uma mão entregue à minha
Na ardente paixão de um beijo
No aroma quente de uma flor que me trouxe a primavera
Na melodia do fresco correr da fonte
Na paz do tempo sem a pressa do relógio
No doce travo da cereja
No voo de uma ave que dança rasgando o céu
No riso
Na loucura dos sonhos mais ousados
No Homem que se inquieta
No querer que não tem fim
Na arte
No canto
Na poesia…

A vida
Perfeita e grande
Inteira se revela
E incessante me fala de Ti

Perfeito
Tu
Criador
Nascido assim em mim na fé que a alma encerra

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