sexta-feira, 24 de abril de 2015

O post número 999


Publiquei o primeiro post deste “Pomar das Laranjeiras” no dia 20 de Junho de 2010. Foi num domingo, o título era também “Pomar das Laranjeiras” e o conteúdo mereceu os comentários dos meus queridos amigos Manuela e José Barreiros.
Em Portugal comentava-se a partida de Saramago, Sócrates era um primeiro-ministro “à solta” e o jornal Público falava do projecto do chip nas matrículas dos automóveis.
Passaram entretanto quase cinco anos, o “Pomar das Laranjeiras” tem 90 seguidores, regista 90.814 visualizações de página e já deu origem à publicação de dois livros de crónicas.
O post “Os desempregados e o Facebook”, uma crítica às polémicas declarações de Isabel Jonet, publicado no dia 4 de Abril de 2014, foi o mais lido com 482 visualizações; logo seguido de “As magnificas previsões astrológicas do Professor Karambola”, uma sátira às leituras nos astros realizadas no início de cada ano, com 436 visualizações.
E este é o post número 999.
Por uma agradável coincidência, a publicação número 1000 ocorrerá amanhã, exactamente 40 anos depois do dia em que eu acompanhei os meus avós na sua estreia como eleitores livres, o dia 25 de Abril de 1975.
Festejo assim essa data de uma forma que muito me apraz, porque este tem sido um espaço onde tenho usufruído dessa herança única de liberdade.
E porque este é também um espaço de amigos, resolvi que o post número 1.000 fosse escrito por algumas das pessoas que me fazem os dias felizes.
Assim, amanhã a palavra pertencerá a Álvaro Coelho, Ângelo Rodrigues, Ezequiel Coelho, Guilhermina e Natália Sousa, João Barreiros, João Paulo Silva, José Artur Barreiros, Juan Blas Delgado, Manuel Almas, Manuela e José Barreiros, Rui Pereira e Zinha Duarte.
Um naipe de pessoas especiais com idades entre os 9 anos do meu sobrinho João e os 61 anos do/a…
Obrigado a todos eles pelas palavras e pelo afecto.
E um obrigado muito especial a todos vocês que se sentam aqui comigo diariamente à sombra das laranjeiras; umas vezes para rir, outras para chorar, para pensar, gritar… enfim, para fazermos tudo aquilo que os dias nos vão inspirando.
Um abraço e até… depois de amanhã.

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