segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Nunca ninguém dirá que o amor é velho... ou que é velha a liberdade...



Eu sou da idade da espera que olha o mar desde esta janela, a minha preferida; tão velho na eternidade antes do teu beijo, tão breve e tão novo agora nos teus braços, heróis que tão bem sabem apagar o tempo e toda a mágoa.
Eu sou da idade do tanto que me falta e quero viver contigo, por entre aquilo que se vê e o tanto que é só nosso em doce segredo.
Nos teus braços sussurrando palavras como abrigo, rasgando o tempo, galgando as noites, o Outono, pulando para o Inverno... e sentindo sempre que aquilo que muito se deseja nunca envelhece.
Nunca ninguém dirá que o amor é velho... ou que é velha a liberdade.

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