terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Imbatíveis… Sim!


Num destes dias correrei veloz em paralelo a todas as linhas que a vontade me desenhar nos dias, e cruzarei para ti num passe teleguiado que voará sobre todos os “adversários” e obstáculos, acabando por cumprir o objectivo de nos pôr a festejar como que por entre o eco inesquecível de milhões que gritam “golo”.
No final, o resultado será goleada a nosso favor e seremos coroados campeões do mundo, recebendo um prémio que terá o valor inesquecível de uma Terra em tons de ouro, enquanto as orquestras afinam hinos e a História inscreve os nossos nomes na galeria dos imortais.
E neste jogo não se cruzam só esféricos, cruzam-se sonhos, amores, palavras, vontades…
Que de tudo isso se compõe a vida.
E os “golos” às vezes são só um sorriso ou um abraço.
Cristiano Ronaldo foi ontem eleito pela terceira vez o melhor jogador de futebol do mundo, do mundo da bola, provando que ter arte, querer e trabalhar muito são os ingredientes perfeitos para ter sucesso.
Falou em Português para agradecer à família e aos colegas, e para dizer que está obviamente satisfeito e quer mais bolas de ouro. Acho que tem toda a legitimidade para as querer e creio que sim, irá vencê-las.
Quanto ao Português e à família, é assim mesmo: um campeão que seja simultaneamente um Homem grande não perde a sua essência e não corta raízes.
Nós ficamos satisfeitos por ele, copiamos-lhe o modelo e importamos a vontade e a garra para o nosso mundo, que é o que mais nos importa e aquele onde decisivamente nos é pedido que sejamos campeões e sejamos os melhores. Não porque os outros, os “adversários”, sejam realmente maus ou por nos termos esforçado por passar a imagem de que o são; eles são óptimos mas nós somos… imbatíveis.
SIM!

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