terça-feira, 29 de setembro de 2015

O sol descodificado na Lisboa que amanhece

O sol nasce à minha frente deixando-se despir pelas gotas de chuva que timidamente correm do céu para a cidade. 

Prismas informais numa manhã de Outono quando sigo pela Segunda Circular, quando já me despedi do Atlântico e busco o Mediterrâneo para o viver entre as ruas rectas e diagonais, entre as praças octogonais da Cidade dos Prodígios de Eduardo Mendonza, Barcelona.

E Lisboa, a cidade mais bonita do universo, despede-se de mim com beijos de uma chuva de todas as cores.

O sol descodificado.

Há manhãs assim em que o imprevisível nos traz um sol ainda mais intenso e verdadeiro.

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