quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Quem escreve poemas de amor não dá muito dinheiro a ganhar às floristas…



Quem escreve poemas de amor não dá muito dinheiro a ganhar às floristas…
E há segredos que os poetas guardam sobre os sítios onde montam o seu Olimpo muito particular, e onde convivem com todos os Deuses maiores que os inspiram no desenhar dos seus versos.
Terei vários, mas hoje partilho convosco um dos mais especiais…
Quem está no Camões e se encosta à grade verde que dá para a Rua das Flores, tem à sua frente o poeta de “Os Lusíadas” e atrás de si as Tágides do rio e a janela da Genoveva dos escritos de Eça.
Olhando à direita conseguimos ver o Pessoa e o Chiado, e não será difícil imaginar que saindo da Travessa dos Teatros chegarão à Brasileira para um café, Sophia e Alçada Baptista, após uma reunião no Centro Nacional de Cultura.
Esperando por ti, que melhor mote poderia eu ter?
Depois tu chegas, e não tendo rosas, há palavras carregadas com a cor e o aroma de todas as flores que se soltam de entre o nosso abraço.

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