sábado, 28 de novembro de 2015

Rasgámos o previsível com uma avenida a que legitimamente chamamos de liberdade



Rasgámos o previsível com uma avenida a que legitimamente chamamos de liberdade.
Pintámos cada segundo com as cores que a alma nos pediu, como casas alinhadas ornando o chão a que oferecemos os nossos passos.
E por nos amarmos tanto, construímos um banco de madeira que colocámos à sombra de todas as estações.
Até poderemos estar momentaneamente longe...
Mas sabemos que este lugar onde nos sentamos sempre num abraço que não cessa e por onde eu vagueio à procura das palavras certas, é a nossa casa.
E um dia saberei dizer o quanto gosto de ti.

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